Esponja da cozinha: você troca no tempo certo?

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Pesquisadores alemães definiram quando mandá-la para o lixo a fim de evitar proliferação de bactérias ameaçadoras

Por
Thaís Manarini

Acessado

7 ago 2017, 11h49 – Publicado em 6 ago 2017, 15h00

Ao contrário do que provavelmente muita gente pensa, o banheiro não é necessariamente o lugar da casa que agrega mais bactérias. Alguns estudos sugerem, acredite, que esse posto é da cozinha. Agora, pesquisadores da Universidade Furtwangen, na Alemanha, descobriram que muitos dos micro-organismos que vivem ali estão agrupados em um objeto aparentemente inocente: a esponja que fica em cima da pia.

“Ela possui uma maior diversidade bacteriana do que se imaginava anteriormente”, escreveram os autores. O trabalho, baseado na análise de 14 esponjas e suas condições de uso, foi publicado na revista Scientific Reports.

 

O mais interessante é que, pelo visto, não adianta muito se preocupar em limpar o acessório. Embora o uso de água fervente e do micro-ondas já tenha demonstrado auxiliar na redução de bactérias da esponja, nessa pesquisa o benefício não se repetiu.
Na verdade, os cientistas alemães viram que essa “higienização especial” até aumentou a quantidade de certos micro-organismos na chamada bucha.

Eles suspeitam que os bichinhos mais resistentes não só sobrevivem ao processo sanitário como rapidamente recolonizam as áreas, digamos, devastadas – assim, a situação volta ao que era antes.

E já que a limpeza não é efetiva… “Então, nós sugerimos uma substituição regular das esponjas de cozinha”, disseram os autores. A troca deveria ocorrer, segundo eles, uma vez por semana. Até porque, entre esses milhões de bactérias, alguns têm, sim, potencial de causar doenças.



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